quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Em busca do sonho

Bom.. Eu estava pensando em minha vida e em mudanças que eu poderia ter feito, quando abri a minha caixa postal e vi um e-mail do Manual do Guerreiro da Luz – de Paulo Coelho. E eu recebo a seguinte mensagem:

Em busca do sonho

Quem ousa ter um projeto em sua vida, que ousa largar tudo para viver sua Lenda Pessoal, acabará conseguindo. O importante é manter o fogo no coração, e ter fibra para ultrapassar os momen­tos difíceis.

Lembrem-se: o desejo que está em nossa alma não veio do nada; Alguém o colocou ali. E este Alguém, que é puro amor e deseja apenas nossa felicidade, só fez isso porque nos deu, junto com o desejo, as ferramentas para realizá-lo.

Veja mais em : http://www.warriorofthelight.com/

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Povo de arriba. .

Antes de mais nada quero informar, as informações desse post são de minha inteira responsabilidade. Em nenhum momento estou usando de xenofobia ou discriminando esse grande povo nordestino que ajudou São Paulo a ser o que é hoje. Sem eles, talvez São Paulo não seria uma grande metrópole. Quero também deixar bem claro que alem de negro também sou filho de um Baiano e uma Alagoana.

Espero que gostem do post e leiam sem preconceitos, tudo não passa de uma brincadeira, mas se mesmo assim ainda ofender alguém, poste ai que a gente conversa. Obrigado.


Como conhecer um verdadeiro nordestino? Para quem mora em São Paulo sabe que a maioria são notórios e não passam desapercebidos.

Veja os itens abaixo e tente identificar se você já viu alguma figura dessas por ai. Caso tenha dificuldade nas palavras que aqui são expressas, vou deixar um mini dicionário ao final do post.

CABELO:
- Coloridos, dos mais diversos formatos, cortes e cores. No quesito cabelo, não podemos esquecer os acessórios, claro, não basta ter um corte de cabelo fhashion” tem de ter também um acessório para pendurar e deixar a festa mais divertida.
- Trancinhas nas cores verde e amarelo: Baiano Patriota.
- Trancinhas nas cores preto e vermelho: Baiano Pomba gira, vulgo macumbeiro.
- Boné de Rapper americano - “Twenty five March”

CHINELO:
- Eles adoram, é isso mesmo o que eu disse (ADORAMMMMM) mostrar as suas unhas sujas e as rachaduras nos pés. É uma visão que assustaria o próprio “Cerberus”

ACESSÓRIOS:
- "Our friend from up side" adoram acessórios.
Pochete... Sim, antigamente era o crachá de sapatão hoje é a ultima moda para os baianos.
- Celular pendurado na cintura pior que isso só celular sem fone de ouvido, ouvindo adivinha o que? Calipso, Calcinha preta, e Bonde do Tigrão no trem indo pra Mauá.(venhamos e convenhamos se Mauá fosse bom seria “Bomá”)
- E também temos a calça de pular brejo, aquela cuja barra se encontra na altura da canela deixando a mostra o Nike de molas, falso claro. Não sabemos ao certo se é uma calça ou uma bermuda, em fim..Que porra é aquela?

LINGUAJAR:
- Adoram falar o Baianes, esbanjam essa língua que vem se popularizando com o tempo. Oxente, Bixim, Acuma? Arriba, Zuada.. ETC.. Acho que nem o sotaque carioca consegue ser tão feio.. Pêra ai.. Consegue.. Consegue sim..

FALAR ALTO:
- O QUE????????????
Imagina.. Eles não falam alto. Acho que nós é que escutamos demais.

PATO:
- Já perceberam que os Los Hermanos nordestinos parecem com patos? Sim.. Vou explicar em apenas duas palavras: Bundudo e Barrigudo.

Se quiserem encontrá-los é simples, Vá para o parque Dom Pedro na vinte e cinco de março Pronto.. Chegará no oitavo inferno que Dante esqueceu de mencionar no seu livro.


Vocabulário:

FASHION: Pessoa que acha que está abafando na moda. Acha que é a ultima coca cola do deserto.

TWENTY FIVE MARCH: Mais conhecida como 25 de março, fazendo um paralelo é como se a 25 de março fosse o rio Aqueronte que leva ao “Hades” – parque dom Pedro. Lembre-se de levar as moedas de prata, pois do contrario não comprará nada. [Aqueronte= Rio do inferno, Hades= Inferno]

CERBERUS: o Cão do inferno.

OOUR FRIENDS FROM UP SIDE: Nossos amigos de cima.

POCHETE: Bolsa inútil que serve apenas para piorar a sua aparência.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Pedofilia..



Não vou definir a palavra, pois acredito que todos sabem a definição da mesma. Será que sabem mesmo?
Vou começar esse post com perguntas:

Você acha que a pedofilia é algo normal dentro do comportamento de uma pessoa adulta?

O que você pode responder como “normal” dentro do contexto da nossa sociedade?

Acredito que condenar é muito mais fácil a fazer uma analise mais crítica. O problema não está tão longe de nós, às vezes ele está dentro de nossas casas morando no mesmo teto. A discussão não é nova, muito tempo antes mesmo de se chamar pedofilia a pratica era comum entre os romanos era levada muito a sério pelos detentores de poder político e financeiro. Calígula por exemplo, foi abusado por muitos anos pelo seu tio. A idade média também não fica atrás. Registros históricos comprovam que tais atos eram praticados. A idade média também não fica atrás.

Acredito que a pessoa que pratica tal ato deve ser vista com outros olhos e precisa de ajuda medica, normalmente essas pessoas também sofreram abusos na infância. O meu intuído não é defender e nem acusar, mas fazer com que a gente pense nas condições das pessoas que passam por isso. Talvez a vida que “Michael Jackson” levava poderia ser vista com estranheza pela maioria, mas dentro do mundo dele talvez fosse a coisa mais normal do mundo, dormir com crianças, como ele mesmo disse.

Proponho pensarmos no caso, proponho discutirmos, pois esse problema não acontece apenas com o vizinho.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Me identifiquei.


Hoje assisti o filme O Homem de ferro, e eu realmente me identifiquei com a personalidade do personagem principal. Sarcástico, rico, poderoso e tem uma leve pitada de loucura. Gostei da forma como ele não se importava com o dinheiro e que não dava a mínima para as conseqüências das armas produzidas por ele. Melhor ainda foi ter uma mudança meio messiânica depois de ter sido preso e torturado para revelar os segredos de suas armas. Em Resumo. Gostei muito do personagem.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Subtamente


Poxa Vida!! Fala sério! Essa musica é simplesmente maravilhosa e ao mesmo tempo muito simples, mas em nenhum momento deixa de ser grandiosa. É incrível como o Nando Reis e o Samuel Rosa conseguiram de um tema tão batido hoje em dia “o amor” fazer uma musica fenomenal. Estão de Parabéns!. Não é preciso ser um Chico Buarque para fazer algo realmente de qualidade e lindo. O Clip.. Bom.. Esse fala por si, é lindo e maravilhoso. Estão de parabéns.

Vejam aqui: http://www.youtube.com/watch?v=geDHzXg56UU

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

64 ANOS DA BOMBA DE HIROSHIMA



Gen Pés Descalços

Argumento, roteiro e arte: Keiji Nokazawa
Ano de lançamento: 1972
Ano de lançamento no Brasil: 2001


Um livro (Quadrinhos) sobre fatos reais e sobre a vida do Guen, um garoto que sofre os horrores de uma guerra sem saber o que o futuro lhe reservava.

Bom humor e força de vontade contra a devastação e o horror da bomba de Hiroshima. Sem dúvida, uma luta de Davi contra Golias, ainda mais quando o pequeno Davi, ou melhor, Gen Nakaoka, é um menino de apenas seis anos que tem a tarefa de ajudar a mãe e a irmã recém-nascida a sobreviver às agruras geradas pelo terror atômico. A história de Gen Pés Descalços, um mangá (história em quadrinhos japonesa) baseado nas lembranças reais do autor Keiji Nokazawa, é um dos mais fortes depoimentos já relatados por um sobrevivente de Hiroshima e pode ser conferida no Brasil em quatro livros – de mais de 200 páginas cada – lançados pela Conrad Editora. Cada exemplar custa R$ 24, mas vale muito mais que isso.

Gen/Keiji era uma criança alegre e despreocupada quando o Império Nipônico entrou na Segunda Guerra Mundial. Vivendo na bela cidade de Hiroshima, desde cedo o garoto teve sua vida alterada pelo conflito. Primeiro, foi obrigado a agüentar as provocações feitas à própria família porque seu pai era um pacifista e vivia discursando contra a guerra, o que fazia que fosse rotulado de traidor, para dizer o mínimo. Além disso, a família sofria com a falta de dinheiro e alimento gerada pelos combates. No dia 6 de agosto de 1945, porém, a bomba cai em Hiroshima e Gen é salvo por um incidente: estava atrás do muro da escola, que caiu sobre ele o salvando de um destino pior.

A mãe, grávida de nove meses, também teve ajuda da providência divina: pendurava roupas no varal e acabou protegida por uma parte do telhado da casa. O pai e dois irmãos não tiveram a mesma sorte; a casa caiu sobre eles e Gen e a mãe os viram consumir-se nas chamas, fugindo do local por uma ordem do próprio pai agonizante. A partir daí começa uma história (real, não custa frisar) de superação humana.

Gen, com apenas 6 anos, faz o parto da irmã e ajuda a mãe e desconhecidos que encontra no caminho a sobreviverem, graças a uma inventividade e um bom humor que só uma criança possui. Apesar do traço leve típico do mangá infanto-juvenil, a história é extremamente forte. Em especial no segundo número, O Dia Seguinte, no qual o jovem Gen se depara com pessoas e animais vivos, porém sofrendo os horrores do calor da bomba e da radiação. Sempre pensando na família, porém, Gen (o nome, que deve ser lido como Guen, quer dizer “raiz”, em japonês) prossegue, encontrando forças até para alegrar os que cruzam o seu caminho.

Keiji Nokazawa, o verdadeiro Gen, lançou a obra entre 1972 e 1973 na revista Shonen Jump e, ainda hoje, ela é utilizada como bibliografia em escolas japonesas e estadunidenses quando o assunto é Segunda Guerra. Inicialmente, porém, o autor não queria desenhar aquela que se tornou sua mais famosa história. “Eu queria apenas esquecer os horrores de tudo aquilo. Quando me tornei cartunista, a última coisa sobre a qual queria escrever era sobre aquilo. Eu odiava a simples menção da palavra e achava que quadrinhos eram pra se divertir”, diz ele, que em seus primeiros trabalhos enfocava temas como beisebol e aventuras juvenis.

No entanto, a postura de Keiji mudou radicalmente em 1966, com a morte da mãe. “Minha mãe morreu padecendo de uma série de diferentes enfermidades, sua vida havia sido um sofrimento constante após a bomba. Quando seu corpo foi cremado, descobri algo que me fez tremer de raiva: não sobrara nada de seus ossos. Geralmente os ossos resistem à cremação, mas o césio radioativo tinha devorado o esqueleto de minha mãe... A bomba atômica tinha tirado tudo de mim, até os ossos de minha querida mãe. O ódio ferveu dentro de mim e pela primeira vez eu me confrontei com a bomba”, conta.

O resultado foi não apenas a HQ Gen Pés Descalços, mas também o Projeto Gen, que divulga a história em todo o mundo como um trunfo do ser humano sobre a mais cruel adversidade e um alerta aos terrores de qualquer guerra e, em especial, do conflito nuclear. No fim, o pequeno Davi venceu e se tornou maior que o Golias radioativo, que combate diariamente até hoje.

Mas que o leitor não se engane: em Gen, não há final feliz. Ler a história é absolutamente fundamental para qualquer ser humano e a lição de como podemos nos superar é extremamente forte. Mas não há como ler Gen Pés Descalços sem se emocionar, chorar de tristeza ou passar, no mínimo, uma noite sem dormir tentando refletir, inutilmente, sobre como a humanidade pode ser tão desumana.

Fonte: http://hq.cosmo.com.br/textos/gibiteca/g_0003_170805_gen.htm

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O simples é muito belo.


A simplicidade é indefinível, acredito que o esforço para tentar definir a simplicidade é uma tentativa vã. O que é simples? Pode ser muito complicado definir o simples. Mas de uma coisa sei. Essa foto é linda e gosto muito dela. Acredito que compreender essa foto é muito simples. O difícil é pensar que viemos de um repolho. Será?